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Histórias de um suicida psicossomático


Eu falo coisas que ninguém entende

Eu falo coisas que ninguém entende,

Mas eu sei que soam como música pra você.

Eu canto coisas que ninguém escuta,

Mas eu sei que são como flores pra você.

Eu planto rosas que nunca murcham,

E que servem como espelho pra você.

Eu desenho a perfeição,

Pois sei que os seus olhos se enxergarão.

 

Eu juro tentar encantar este tempo

Para que pare de correr contra o meu alento.

Eu juro tentar conquistar a cotovia,

Para que cante a mais bela música

 

Eu falo coisas que você entende,

Pois a música é tudo o que eu sinto.

Eu canto coisas que você escuta,

Pois o seu jardim está coberto de flores.

Eu não planto mais as rosas,

Pois elas já estão enraizadas em suas pernas.

Porque o meu desenho se tornou real

E você se tornou o meu acorde vital.

 

 



Escrito por Kinhodorian às 20h38
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Tentando ser o que não sou

Sempre me falaram pra não errar, mas nunca me diziam o que fazer pra acertar

Tentavam me mostrar o que não ser, mas sempre se esqueciam o melhor caminho pra aconselhar

Eu passava muito tempo lendo, estudando, com a cara no meu livro para me comportar

Mas era tanto tempo com a cara enfiada nestes livros que não aprendi a me virar

 

Tentando ser o que não sou, buscando provar o que não vou...

 

... Fazer o meu papel e ser de esquerda ou de direita só porque o meu professor mandou

Juntando os meus quinze anos com a cabeça superlotada de informações que a TV mostrou

Com o orgulho de escrever uma canção de verdade e conseqüência que alguma outra me inspirou

Reclamando ou mal falando de todo indivíduo que na vida acertou e diferente de mim foi.



Escrito por Kinhodorian às 22h41
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As chamas do perdão

Diz que a luz que rodeia essa esquina não se apagará,

E que todas essas retinas irão enxergar.

Insiste para que a esquina não se perca em idéias,
E que as vitrines da vida se exponham sobre ela.

Fala que é capaz de distinguir o calmo do sutil,

Engana que é eterno o tudo aquilo que mentiu.

 

Sinta-se, feito criança, em meu colo eternamente,

Aplaude o ego que assola a eternidade da minha mente.

Crentes, ficamos nós, ao sentirmos a intensidade,

De tudo o que acreditamos ser de verdade.

E o inútil se faz nobre quando se enxerga,

Dentro das passagens que arraigam as nossas festas.

 

E que o imaculado se torne invisível pra que dê chance,

De que todos, mesmo quem não mereça, a glória alcance.

Pois os olhos da esquina que se acenderam,

Reluziram na margem da confiança que eu mereço.

E que todos voltem a ter as suas luzes acesas,

Para que as retinas, mesmo no escuro, não padeçam.



Escrito por Kinhodorian às 20h27
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Aquele rio

Aquele rio se deparou comigo duas vezes,

Aquele rio me pediu passagem por duas vezes,

Aquele rio olhou pra mim nas duas vezes.

 

Aquelas pessoas nunca me entenderam,

Aquelas pessoas nunca tiraram os olhos de mim,

Aquelas pessoas pediram para que eu ficasse,

Aquelas pessoas me pediram...

... sempre me pediam.

 

Aqueles sorrisos um dia foram verdadeiros,

Aquelas imagens eram inesquecíveis,

Aquela poeira faria falta...

... Minha respiração agradeceria.

Aquela porta me fizera parar,

Aquele sentimento viera novamente.

 

Aquelas lágrimas caíram dos meus olhos,

Aquela dor não passava,

Aquelas pessoas continuavam me olhando...

... ainda não me entendiam.

Aquela vontade não era mais a mesma,

Aquela bandeira balançava no mastro...

... e em mim.

 

Aquele rio me viu novamente,

Já não era a segunda vez,

Ele se despedia de mim,

Eu estava cansado de tudo o que tinha perdido,

As coisas que eu fiz...

... ou não fiz,

Não quero me lembrar.

 

Aquele rio sentiria minha falta,

Aquele rio choraria por mim,

Aquele rio mudaria por mim,

Aquele rio correria por mim,

 

Fiz o melhor que pude...

... deixei minhas coisas no rio e parti.



Escrito por Kinhodorian às 00h14
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A caminho da dança da morte

Os olhos estão permeando a minha mente,

O vento bate nos meus dentes.

Não consigo sorrir, não consigo falar.

O tremor que toma conta do corpo me impede de andar.

 

Queria poder entender o que se passa,

A minha vida me ameaça.

Terei eu tempo pra passar adiante?

Não se pode responder enquanto sou um mero viajante.

 

A vida me surpreende,

Mas é a morte que me entende,

Pois são seus braços que me aquecem,

Quando a vida me esquece.

 

Os olhos voltaram a piscar,

A mente voltou a temer,

O vento voltou a bater,

O corpo continua sem andar.

 

De quem são esses olhos que tanto me cercam?

Por que será que não me deixam voltar?

De quem são esses olhos que tanto me invocam?

Por que será que não me deixam sanar?

 

Esta dor, que percorre as veias, é fatal.

As velas estão acesas... É natal.

As cores iluminam as ruas.

Mas estas cores descolorem a lua.

 

É natal mais uma vez.

Os olhos estão indo embora.

A vida voltou a me surpreender,

A morte não deixa eu me render.

 

As curvas do destino me ajudam a caminhar,

Porém estas mesmas curvas fazem com que me perca,

Até que eu encontre o túnel que me chama.

As vozes, neste túnel, me convidam a uma dança.

 

Os olhos estão sempre nos finais

Eles piscaram pela primeira vez,

Eu não acreditei no que senti,

Dancei e descobri que os olhos não eram letais.



Escrito por Kinhodorian às 12h26
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Encontro no Quarto

Hoje, experimentei o pior dos meus dias,

Senti, dentro de mim, o que nunca sentiria.

Percebi que o eco das vozes gritava em meus ouvidos,

Senti-me, imperado por um dos velhos gritos.

A noite começou quando senti a primeira mão,

A segunda me assustou vindo em minha direção.

Os dedos agudos e mortais me mostraram o Pavor,

As unhas escarnecidas me mostraram o que era Dor.

 

 O Susto apareceu na amplidão,

Mostrando-me o que havia na escuridão.

Os vultos começaram a surgir,

Dentro de instantes, não conseguiria mais sair.

O Medo me falava em outra língua,

Criticava e sorria em voz alta,

O que era a fantasia.

Esta, por sua vez, erradicou o que seria.

 

O Tormento apareceu sem empatia,

Contou-me que o Ódio apareceria,

Não teria hora marcada,

Mas que viria...

Isso ele sabia.

 

Algumas horas se passaram,

Os penetras, o meu quarto, invadiram,

Tomaram conta do que não me pertencia,

Fizeram, da minha noite, uma euforia.

Se se passa mais vezes neste quarto,

Festa desta tamanha quantidade,

Insisto eu que me apague,

Não me convide...

Apenas me Olvide.

 

Tinha medo de quando o Ódio chegasse,

Pertencia a ele tamanho exército?

Não saberia dizer,

Pois na hora em que chegaste,

Fui as minhas botas bater.

Senti que o tempo não passava,

Lá estava eu, dentro do quarto.

 

Quarto que se apegava muito fácil,

E Que me fazia esquecer.

Esquecer de tudo o que vivia,

De tudo o que conhecia.

Desde então, apenas saberia...

Que o ódio, à minha vida, pertencia.



Escrito por Kinhodorian às 13h45
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Criando nomes e meios

Não tenha medo de dizer que não viu,

Nem tudo aquilo que existe serviu.

Já se pode calar quando não entendeu o que ouviu.

Aguarde a hora pra se condenar.

Se não perguntam, por que vai falar?

Tente evitar se encantar com o que não conheceu.

 

Ouvimos Kafka, Nietzsche e Deus,

Sabemos tudo pelos servos seus,

Mas nunca nos preocupamos em “fatidicar”

Não é a toa que o banal se cruzou

Proliferando o errado que sou

Aproveitando de tudo para criticar.

 

Nem todo mundo pode se expressar,

O que não fala, ouve o que quer falar,

Mas quando fala, não entende o que quer contar.

Eu já criei grandes nomes e meios

De inventar coisas de efeito

E todos que me escutaram só fizeram concordar...

Eu já cansei de saber o que é bom,

Já comecei a viver o que sobrou,

Já inventaram de começar a me sabotar.

 

Fui ensinando e criando meus discípulos,

Todos aqueles que me houveram dito:
“Estou com você, eu lhe confio tudo o que vier...”

E assim eu abro todos os caminhos,

Amanhã, serei eu o que falou...

E todos devem concordar com o que eu sou.



Escrito por Kinhodorian às 22h39
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Medo de criança

Enquanto as luzes se apagavam,
Me contaram e eu acreditei:
Que o sonho poderia alcançar o que nunca peguei.
E enquanto eu dormia,
O meu sonho teimava em não vir.
Talvez fosse por pouco tempo,
Mas tardou e , agora, eu cresci sem sonhar.

As imagens que me apareciam
Confundiam o que eu queria ver.
Aos sangues e prantos derramados,
A vitória foi marcada sem perdão.
De tudo o que não sentia,
Ressentia o medo de sonhar
E ver que não podia
Enxergar o que me vinha para tentar alcançar.

Enquanto temia não conseguia
Enxergar o que eu queria ver.
Tentei lembrar do que me diziam,
Mas a voz entorpeceu o meu coração.
Quando criança, eu chorava,
Mas perdi o sentido e a razão.
Sentei sozinho, numa estrada,
Levantei e pedi, com as minhas mãos,
Pra não voltar.



Escrito por Kinhodorian às 23h26
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Pensando o por quê

Permita-me andar sem sentir os “calejos” dos dedos,

O que importa é que o meu caminho já foi traçado.

E as águas que andam correndo

Sentindo as montanhas atrás dos meus olhos,

Buscam o que é sagrado, pensando o por quê.

 

As meninas que eram meninas ainda crianças

Rodeiam o bosque em busca do certo,

Fingindo querer o voar da gaivota

Que canta por cima do muro do tempo,

Desejando viver.

 

E o canto, que nunca foi santo,

Tentando dizer o que não precisava mostrar pra niguém.

A luta daquilo que disse

Tentando fundar o que mal poderia encontrar no seu bem,

Falando sem saber, que poderia ensinar.

 

Aquilo que via correr pra você

E que hoje se olha fugindo

De tudo que não conseguiu conquistar.

 

O medo de errar que figura ao certo

O caminho errado corrido no tempo de quem nunca errou,

Voltando a temer.

 

Enquanto encanta a dança com a transa

Enfiada nas pernas saudosas de quem se amou,

O amor toma conta do ódio e "empurece" a vida,

Contando as pernas que enfileirou...

Pensando no por quê... Não pôde evitar.

 



Escrito por Kinhodorian às 00h44
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O padecer da alma que brilha

O canto da alma brilha enquanto padece,

Porque o tempo passa depressa.

O brilho da alma fascina os olhos

Daqueles que enriquecem o seu poder.

Entre todas as promessas que se tem,

Obliqua-se o objetivo de esmorecer

Aquele sentimento que sempre esteve preso,

Preso em toda a fidelidade de ser...

 

Ser alguém que se aproxime da verdade,

Que obstrua o caminho da liberdade,

Que continue caminhando na escuridão,

Sem saber que pode conhecer a solidão...

 

Solidão que faz chorar,

Tristeza que faz cantar,

Canto que faz recordar

A perda daquilo que se poderia almejar.



Escrito por Kinhodorian às 18h31
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A Lama e o Lodo

Onde estamos todos nós?

- Entre duas paredes e a sós.

Onde podemos nos encontrar?

- Em um canto com sujeira e pó

 

                (...)

 

Sou um caminho sujo e inacabado,

Vivo da pátria que me cerca e cresce,

Sou um caminho ordeiro e pioneiro,

Sou daqueles que vivem as suas preces.

Sou detestado por amor e glória,

Estou todo imundo entre os porcos da história,

Sou crente da verdade, da liberdade e vida,

Creio em tudo aquilo que me imita.

 

Estamos cheios da justiça e do Divino,

Mentimos tanto que até pensamos dormindo.

Vivemos cantando a vitória bem alto,

Somos atletas da vida e da morte,

Estamos prontos para o que nos der a sorte.

 

Perdemos contato com tudo e com todos,

Somos servos da lama e do lodo.

Sonhamos com tudo: com o futuro e com o passado,

E o presente deixamos, sempre, de lado.

Perguntam onde estamos, no claro ou no escuro,

Respondem os cantos que nos servem de escudo.

 

O escuro é negro,

Como os pretos do grande Castro,

Forte e sincero,

Bonito e Sarcástico.

 

Onde me escondo, fujo quando posso,

Retiro, da mala, o esquecimento em fotos.

Percebo que fico sentado esperando

O canto da morte, meu grito, meu manto

Parece-me exato o momento e a hora,

Concordarei  com o quando em me mandar embora.

 



Escrito por Kinhodorian às 01h16
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Às três da manhã

São três horas da manhã
E eu, sem ter o que dormir,
Invento o que fazer.
Abro a janela,
Corro no quarto,
Tento de tudo,
Mas o tempo passa
E o sono não vem.

Fico no aguardo,
Esperando uma posição,
Do tempo que me corrói,
E que me deixa sem solução.
As horas se passam,
E o meu sono continua longe,
Eu tento arriscar,
Deito, fecho os olhos, mas não consigo sonhar.

O telefone toca,
Um estranho está na linha,
Me propõe um jogo,
Que eu acerte as perguntas,
Ou tire as minhas roupas.
Eu aceito o chamado,
Começamos o jogo,
Ele me pergunta,
Eu erro e volto tudo de novo.

Não sei se ele sabe,
Mas eu sei como estou,
Deitado na cama,
Imaginando um sono bom.
O jogo termina,
Ele chama meu nome,
Não sei como ele sabe,
Pois nem eu sei tanto.

Agora eu percebo,
É uma criança,
Que me chama de novo,
E me faz jogar um jogo.
Agora eu pergunto,
E ele responde,
Se ele errar,
Eu digo o seu nome.


E então ele me disse:
“Quero um favor...”
Eu perguntei o que era,
E ele me disse bem assim:
“Senhor que me ouve agora,
O que te peço pode ser estranho,
Mas não acredita como estou em prantos,
Preciso que encontre
Uma mulher e um homem,
E mostre a ele,
Que ela tem dono.
Por isso te rogo,
Quando a vir de repente,
Lembre que eu,
Seu filho,
Estou sem um dente.
Repita pra ela,
O que eu lhe falei,
Mamãe, chega cedo...
Papai vem também.”

Eu concordei,
Falei que faria,
Mas quando a vi,
Não achei, que de repente,
Eu acordaria.



Escrito por Kinhodorian às 03h29
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Ler é a fonte do pensar

O ser humano tem uma capacidade absurda de imaginar. Nós imaginamos uma vida, planejamos carreiras, sonhamos com o futuro e devemos tudo isso à nossa cultura literária. São os livros que nos dão essa curiosidade de conhecer o desconhecido, de atrair o imaginário para o real. O homem é capaz de voar sem asas, viajar sem pagar uma passagem aérea, apenas fechando os olhos e indo ao fundo da imaginação, consultando todos os estágios da criatividade.
O texto do Guiomar de Grammon, “Ler devia ser proibido”, retrata o reconhecimento do homem em si através da leitura. O autor diz em seu texto que o homem, ao ler, desperta para o mundo real, neste mesmo, em sátira, ele diz que o mundo do escuro intelecto seria muito mais vantajoso, pois não precisaríamos viver sabendo das atrocidades que nos rodeiam, apenas precisávamos acordar, servir e voltar à cama. O que seria melhor: viver de olhos abertos, ou viver sem abrir os olhos? Essa é a questão crucial do seu texto.
A leitura traz a independência, quem lê não precisa de desculpas, muito menos de verdades, precisa apenas de uma boa dose de liberdade para expandir seus pensamentos, veiculando tudo que é possível e não possível à credulidade humana. O acontecer independe do fato de existir ou não, é como uma porta que está fechada com a chave para o lado de dentro, você só consegue abrir se for inteligente o bastante para saber como chegar ao outro lado, e para isso é preciso pensar.
Pensar é um verbo que não pode ser conjugado por todos, nem por muitos. É um verbo que se destaca perante aqueles que têm o desenvolvimento crucial da imaginação. Qualquer pessoa pode alterar um curso tomado pelas obras da vida. Todos que pensam, lêem, mas nem todos que lêem, pensam. A leitura não deve deixar margem a dúvidas, se você leu e não concordou com, sequer, uma palavra das quais o autor citou, é porque você não entendeu o assunto tratado, seja pela forma como o foi, seja pela sua falta de percepção. Não é preciso concordar com tudo, mas para chegar ao grau de intelecto capaz de saber sobressair sobre a fala do outro, é preciso muita criatividade e domínio do pensar.
Ler é obrigatório para aqueles que têm a certeza de que a vida tem muito mais para oferecer do que os nossos olhos podem enxergar. Temos sentidos, e o mais fraco deles é o da visão, que é incrédulo, pois só aceita aquilo que pode registrar. O nosso maior sentido é a esquecida memória, que trabalha sem que percebamos, mas que guarda todas as informações que captamos com toda a nossa bagagem literária e lingüística.


Escrito por Kinhodorian às 20h44
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Grande Amor

À mulher dos meus sonhos,
canto como se fosse um canto,
choro como se estivesse em prantos,
grito o meu maior grito,
de felicidade ou de espanto.

À mulher da minha vida,
eu olho com meus próprios olhos,
não com os olhos dos homens,
que comem a fruta antes de saber qual o gosto,
mas sim com um olho de sabor,
que com o canto determina o seu valor.

À mulher da minha eternidade,
eu fiz o canto na minha mocidade,
eu prescrevi que ela apareceria,
eu senti, cedo ou tarde, o que sentiria,
mas a paixão foi mais forte,
mesmo sabendo, me apaixonei pela sua integridade.

À mulher dos meus sonhos,
ofereço toda graça da vida,
ofereço toda paixão da eternidade,
e, se mesmo assim, ainda me amar...
eu te reconhecerei nos sonhos, te trarei à vida...
te amarei pela eternidade.


Escrito por Kinhodorian às 02h21
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Olá pessoal,

Gostaria de avisar que novas poesias e contos serão logo publicados.

Estamos em processo de inovação de algumas escrituras.

Obrigado pela Atenção.


Dorian Sá

Escrito por Kinhodorian às 13h27
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