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Histórias de um suicida psicossomático


BALADA DE UM SABADO A NOITE

Sábado a noite e eu em casa sem ter nada, como um tédio, acho que vou sair

Mas olho pro relógio e está atrasado, acho que todos já saíram e ninguem passou aqui

Pego meu caderno, vou pra frente da minha casa e me deparo com aqueles que vao se divertir

Levanto a cabeça e em minha frente som de carro e muita gente correndo e tentando ser feliz

É quando eu percebo que não dá mais certo

Tentar correr pra trás e não encarar ...

Viver julgando riscos e aparencias

E não ter algo bom para arriscar

E de repente surgem umas pernas que se passam adiante e eu levanto para olhar

O sorriso encantador que estava ausente na minha terra, ou nos meus sonhos, já nao sei mais explicar

As pernas que tremiam, os cabelos que subiam, o medo que surgia, e me fez chorar

Pegando em minhas maos me levantou e me acudiu com um abraço e começou a me beijar

Foi quando percebi que logo cedo

O Sol brilhava devagar

E começava a esquentar

E juntos fomos logo pra minha casa e quando menos esperava comecei a me ajeitar

Eu nos meus catorze e ela nos seus dezesseis começamos logo logo a nos envolver

Tirando minha vergonha como uma chama, já sabia que agora amigos eu já ia ter

Se a história se espalhasse, fosse um furo eu já ia ser olhado com um olhar pra sedutor

E agora eu sabia estava errado

Todo mundo soube e não foi bom

As pessoas que me olhavam me agrediam

Eram mais fortes que um touro lutador

Sozinho mais uma vez no meu colégio eu tentava imaginar que bom que poderia ser

Os dois juntos, abracados e em paz, eu não precisaria de mais nada pra temer

Foi quando um tempo depois chegou com uma noticia meio estranha que agora não podia mais me ver

E no luar que antes eram quatro, agora só tem os meus olhos que conseguem parar e escrever

Percebi que ela nao estava mais ali

Fui na sua casa pra me desculpar

Mas os seus pais não me deixaram entrar

E me entregaram o que seria meu

Depois de muito tempo apareceram mais dois olhos que ficaram no luar junto com os meus

A familia com as criticas me disseram que nao e possivel alguem nao ter um modo de amar

Eu que tinha escondido deles, agora já nao precisa, pois vou ter que lhes mostrar

E quando viram, se arrependeram pois falaram tudo aquilo e nao sabiam de quem era o amor

De repente viram que não era outra mulher

E sim o fruto do meu eterno amor

E hoje tenho como me lembrar

Do meu amor que um dia já se foi

Porque com minha filha agora estou



Escrito por Kinhodorian às 01h47
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