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Histórias de um suicida psicossomático


MENINO VALENTE, RUA SEM GENTE

Se curta fosse a vida, tempo não teríamos

Da batida de um toque onde o certo nos diz não

E que os sonhos são tão bárbaros como farsas em realidade

As mentiras e os olhares doces como a eterna vontade de um lar

Cabeças rolam com as perguntas que não calam

 

Sou um menino de rua

E pobre da minha sorte que me teve de presente

 

Na calada do dia ou da noite, não importa

De nenhuma das duas sou dono

O meu único silêncio é o de dentro de mim com medo de uma sirene

Sirene dos carros policiais que me podem prender

Por educação eu não ter, por você não me dar

 

Sou um menino de rua

E pobre da minha origem que não me tem por não me conhecer

 

Aos vidros fechados e aparelhos de som

Do meu olhar para dentro e a mão que me puxa pra fora

Essa é a garantia de que meus podres dedos não podem toca-lo

Se meus filhos tivessem me visto teriam orgulho de mim

Nunca mais chegarei em casa e chamarei pela esposa que seria minha

Não mais sentirei falta dos meus amigos que se distanciam

E não posso mais estudar pra ser doutor..

Ah! Como seu eu pudesse antes, mas sonhar ainda é de graça

 

Sou um menino de rua

E pobre da minha vida que foi tirada de mim..



Escrito por Kinhodorian às 12h45
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