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Histórias de um suicida psicossomático


Teor da Morte

Olá pessoal,

do que deveríamos falar hoje?

Começamos o ano da mesma forma que terminamos o anterior?

Não! Perdemos mais gente, ganhamos gente nova.
Choramos pela morte de alguem, mas à morte desejamos aqueles que nos fizeram chorar.
Seria justo controlar a vida de quem um dia julgamos causador da morte?
Se derramamos lágrimas por sangues que caíram em nossas terras, não deveríamos lamber a fúria da vaidade, chamada vingança, querendo mais sangue jogado ao chão.

Deveríamos em uma única mão derramar as lágrimas do perdão no nosso peito, que jura tanta eternidade e nos desvia da vida com apenas um piscar de olhos.
Seguir adiante, para alguns, é apenas vangloriar a vitória, deixando de lado a conquista que nos pode trazer cada tempo fincado no passado.
As lutas que perdemos, deixam de ser memórias e viram ilusões num mundo de sonhos que deixamos esquecidos há muito tempo atrás.

O tempo deixou de ser o mesmo.
As noites duram mais do que os dias.
Os ventos não sopram com tanta frequência.
E o sol já se viu noite a fora.

Alguns dizem que Deus esqueceu de nós, outros dizem que Deus nunca existiu,
Minha mãe nos disse que Deus dá e evita a vida,
Outros me provam que a vida nada tem a ver com dádiva,
Retirando, com poder, a glória de existir,
deixando claro que a morte é apenas um atalho para a vida eterna.

Quem aqui morre, por mortes cometidas, vive a vida dos que morreram por suas próprias mãos,
ou por mãos alheias, que se transformaram numa máquina, controlada por seus próprios dedos.

Dedos, arpas, espadas e gatilhos,
nada disso mata o homem,
que se mata pela própria mente,
matando a si e a todos os outros,
que impedem o crescimento da mesma mente,
que cria cada arma para a própria destruição.

Daí da-se por entendido o processo intrinseco e circular fechado da vingança,
Hoje luta pelo poder, aquele que mais pode controlar a vida,
Como antigamente, que era mais forte, quem mais almas tinha retiradas,
Mas hoje, voltando ao presente, somos o passado,
rebaixados e assassinados por nós mesmos.

Escrito por Kinhodorian às 15h03
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