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Histórias de um suicida psicossomático


A Lama e o Lodo

Onde estamos todos nós?

- Entre duas paredes e a sós.

Onde podemos nos encontrar?

- Em um canto com sujeira e pó

 

                (...)

 

Sou um caminho sujo e inacabado,

Vivo da pátria que me cerca e cresce,

Sou um caminho ordeiro e pioneiro,

Sou daqueles que vivem as suas preces.

Sou detestado por amor e glória,

Estou todo imundo entre os porcos da história,

Sou crente da verdade, da liberdade e vida,

Creio em tudo aquilo que me imita.

 

Estamos cheios da justiça e do Divino,

Mentimos tanto que até pensamos dormindo.

Vivemos cantando a vitória bem alto,

Somos atletas da vida e da morte,

Estamos prontos para o que nos der a sorte.

 

Perdemos contato com tudo e com todos,

Somos servos da lama e do lodo.

Sonhamos com tudo: com o futuro e com o passado,

E o presente deixamos, sempre, de lado.

Perguntam onde estamos, no claro ou no escuro,

Respondem os cantos que nos servem de escudo.

 

O escuro é negro,

Como os pretos do grande Castro,

Forte e sincero,

Bonito e Sarcástico.

 

Onde me escondo, fujo quando posso,

Retiro, da mala, o esquecimento em fotos.

Percebo que fico sentado esperando

O canto da morte, meu grito, meu manto

Parece-me exato o momento e a hora,

Concordarei  com o quando em me mandar embora.

 



Escrito por Kinhodorian às 01h16
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