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Histórias de um suicida psicossomático


Pensando o por quê

Permita-me andar sem sentir os “calejos” dos dedos,

O que importa é que o meu caminho já foi traçado.

E as águas que andam correndo

Sentindo as montanhas atrás dos meus olhos,

Buscam o que é sagrado, pensando o por quê.

 

As meninas que eram meninas ainda crianças

Rodeiam o bosque em busca do certo,

Fingindo querer o voar da gaivota

Que canta por cima do muro do tempo,

Desejando viver.

 

E o canto, que nunca foi santo,

Tentando dizer o que não precisava mostrar pra niguém.

A luta daquilo que disse

Tentando fundar o que mal poderia encontrar no seu bem,

Falando sem saber, que poderia ensinar.

 

Aquilo que via correr pra você

E que hoje se olha fugindo

De tudo que não conseguiu conquistar.

 

O medo de errar que figura ao certo

O caminho errado corrido no tempo de quem nunca errou,

Voltando a temer.

 

Enquanto encanta a dança com a transa

Enfiada nas pernas saudosas de quem se amou,

O amor toma conta do ódio e "empurece" a vida,

Contando as pernas que enfileirou...

Pensando no por quê... Não pôde evitar.

 



Escrito por Kinhodorian às 00h44
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