Meu Perfil
BRASIL, Homem



Histórico
 13/12/2009 a 19/12/2009
 29/11/2009 a 05/12/2009
 07/06/2009 a 13/06/2009
 03/05/2009 a 09/05/2009
 12/04/2009 a 18/04/2009
 29/03/2009 a 04/04/2009
 15/02/2009 a 21/02/2009
 07/12/2008 a 13/12/2008
 30/11/2008 a 06/12/2008
 09/11/2008 a 15/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 24/08/2008 a 30/08/2008
 17/02/2008 a 23/02/2008
 10/02/2008 a 16/02/2008
 20/01/2008 a 26/01/2008
 03/06/2007 a 09/06/2007
 15/04/2007 a 21/04/2007
 18/02/2007 a 24/02/2007
 31/12/2006 a 06/01/2007
 17/12/2006 a 23/12/2006
 03/12/2006 a 09/12/2006
 16/07/2006 a 22/07/2006
 21/05/2006 a 27/05/2006
 07/05/2006 a 13/05/2006
 29/01/2006 a 04/02/2006
 02/10/2005 a 08/10/2005
 11/09/2005 a 17/09/2005
 10/07/2005 a 16/07/2005
 03/07/2005 a 09/07/2005
 26/06/2005 a 02/07/2005
 29/05/2005 a 04/06/2005
 15/05/2005 a 21/05/2005
 10/04/2005 a 16/04/2005
 06/03/2005 a 12/03/2005
 20/02/2005 a 26/02/2005
 06/02/2005 a 12/02/2005
 16/01/2005 a 22/01/2005


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis


 
Histórias de um suicida psicossomático


Encontro no Quarto

Hoje, experimentei o pior dos meus dias,

Senti, dentro de mim, o que nunca sentiria.

Percebi que o eco das vozes gritava em meus ouvidos,

Senti-me, imperado por um dos velhos gritos.

A noite começou quando senti a primeira mão,

A segunda me assustou vindo em minha direção.

Os dedos agudos e mortais me mostraram o Pavor,

As unhas escarnecidas me mostraram o que era Dor.

 

 O Susto apareceu na amplidão,

Mostrando-me o que havia na escuridão.

Os vultos começaram a surgir,

Dentro de instantes, não conseguiria mais sair.

O Medo me falava em outra língua,

Criticava e sorria em voz alta,

O que era a fantasia.

Esta, por sua vez, erradicou o que seria.

 

O Tormento apareceu sem empatia,

Contou-me que o Ódio apareceria,

Não teria hora marcada,

Mas que viria...

Isso ele sabia.

 

Algumas horas se passaram,

Os penetras, o meu quarto, invadiram,

Tomaram conta do que não me pertencia,

Fizeram, da minha noite, uma euforia.

Se se passa mais vezes neste quarto,

Festa desta tamanha quantidade,

Insisto eu que me apague,

Não me convide...

Apenas me Olvide.

 

Tinha medo de quando o Ódio chegasse,

Pertencia a ele tamanho exército?

Não saberia dizer,

Pois na hora em que chegaste,

Fui as minhas botas bater.

Senti que o tempo não passava,

Lá estava eu, dentro do quarto.

 

Quarto que se apegava muito fácil,

E Que me fazia esquecer.

Esquecer de tudo o que vivia,

De tudo o que conhecia.

Desde então, apenas saberia...

Que o ódio, à minha vida, pertencia.



Escrito por Kinhodorian às 13h45
[] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]